Ao nascer
O calendário inteiro, montado sozinho
Você põe a data de nascimento e o calendário nacional aparece pronto para a idade do seu filho — cada dose no mês certo, com o nome que está na carteirinha.
O aviso chega antes da data. E o que passou não aparece em vermelho: aparece como "pode tomar", porque ainda dá tempo. Ninguém precisa de bronca de aplicativo.
Tomou fora do posto? Registra em dois toques e entra no histórico.

A cada consulta
A curva que se desenha com o tempo
Anote peso e altura e veja a linha se formar. A faixa da OMS fica atrás como referência, nunca como nota — e a primeira medida já vale, mesmo feita em casa.
Uma medida só ainda não é curva. Na segunda, a história começa a aparecer.

No dia a dia
O que ele já faz, sem virar prazo
Marcos organizados por área: mãos, fala, corpo e convivência. Cada um vem com a faixa de idade em que costuma aparecer — uma janela larga, nunca uma data.
Essa diferença é o que separa informar de cobrar. Uma data transforma variação normal em atraso aos olhos de quem ama.
Não é exame nem diagnóstico. É memória para a consulta.

Quando acontecer
Dez segundos hoje, história daqui a um ano
A noite ruim. A reação ao leite. A primeira palavra. Anote na hora, do jeito que der — sono, comida, remédio ou só uma nota.
Na consulta você não precisa lembrar de cabeça. E daqui a um ano, aquilo virou a história dele.

De madrugada
A dose certa, pelo peso que você registrou
A calculadora já vem com o último peso do seu filho e mostra a dose de referência dos remédios mais comuns.
É para a hora em que a febre sobe e a receita sumiu — não para substituir quem receita.
Referência para consultar. Confirme sempre com o pediatra.

Em cada fase
Leitura curta, na idade em que ela serve
Febre, sono, birra, primeiros dentes, engasgo. Textos curtos em português de gente, do recém-nascido ao adolescente, filtrados pela idade do seu filho.
Sem susto e sem sensacionalismo. O que dá para fazer em casa, e o sinal de procurar ajuda.

